segunda-feira, maio 03, 2010

inês prescinde

Inês de Medeiros já não quer a comparticipação do Estado que custeariam as suas deslocações para Paris, onde reside. Afinal, derramou-se tanto verve na Assembleia da República para nada, para a sr.ª deputada afirmar, ainda mais eloquente que não, que não quer, ou que não precisa, ou que quis dar exemplo cabal aos deputados do CDS-PP, os quais, diligentes, preparavam-se para alterar uma lei que obriga ao pagamento destas viagens. "Há limites para tudo...", solenizou a deputada. Acontece que este brio, este visionamento de boas intenções bem que podia ter sido esboçado antes, principalmente quando Jaime Gama, ao aceitar este precedente (o Conselho de Administração da Assembleia pagaria um montante semelhante ao custo das viagens para o ponto açoreano mais distante do terrão continental), há três semanas atrás, foi lesto a avisar que a decisão não devia ser válida para futuros casos, deixando a possibilidade da lei vir a ser alterada e o despacho, consequentemente, revogado. No fundo, as razões invocadas pelo CDS-PP são as mesmas que as do Presidente da Assembleia da Republica.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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