quinta-feira, abril 21, 2011

efémeras vaidades políticas

O PSD tem andado discordante. A principal razão liga-se à escolha de Fernando Nobre para presidente da Assembleia da República. Neste sentido, António Capucho tornou pública a sua rejeição para ser vice-presidente do Parlamento. E o seu principal argumentário é autopanegírico, como se pode aferir nesta interessante carta publicada nos jornais: "Mas não poderia aceitar ser Vice-Presidente de Fernando Nobre por uma questão de coerência. Se o Partido deseja a minha candidatura ao Parlamento não pode ignorar - desculpem a imodéstia - que fui Vice-Presidente do Parlamento Europeu, Ministro dos Assuntos Parlamentares e Líder Parlamentar, para além de todos os outros cargos que o meu curriculum atesta. Fui cabeça de lista em Setúbal e em Faro, ganhei eleições para o Parlamento Europeu contra o PS com João Cravinho, e obtive por três vezes mais de 50% dos votos nas eleições para a Câmara de Cascais."
Só gostaria de lembrar que o último cargo político ativo de Soares foi o de deputado europeu pelas listas do PS. Quando se fala da falta de qualidade (nível) dos políticos europeus atuais comparativamente aos que os precederam são também estas pequenas grandes coisas que se evocam.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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