segunda-feira, dezembro 06, 2010

crise na justiça

É tragicamente curioso verificarmos o desenfreado mutismo do ministro Alberto Martins relativamente ao caos provocado pelas torrentosas demissões de um Secretário de Estado, de um diretor-geral da Administração, de um subdiretor-geral e de uma direção em bloco, ou seja, tudo pessoas que acompanhavam bem de perto toda a estrutura emanada pelo ministério, a qual, presumo, se enquadaria ainda no mais globalizante programa do Governo para a área.
Mas de programas governamentais estamos já há muito conversados. Na verdade, ninguém sabe muito bem, hoje me dia, o que isso é, apesar de, em áreas tão melindrosas e importantes como a Justiça, a Educação ou a Saúde, não deveria haver crise alguma que se sobrepusesse ao que fora previamente apresentado e outorgado pelos cidadãos eleitores.
Alberto Martins estará certamente à espera (como, aliás, muitos outros seus pares) que abril ou maio cheguem depressa para se ver livre da prisão em que José Sócrates o meteu.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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