quarta-feira, março 25, 2009

o jogo, ainda

Ouvi hoje na rádio os últimos (espero) suspiros da final da Taça da Liga. O que se torna mais extraordinário, no meio deste exagero intentado pelo Sporting, é que todas estas exigências (demissões, proibições de apitar jogos, etc.) vem de um clube que há poucas semanas perdeu por 12 a 1 em dois jogos. Que eu saiba, ninguém se demitiu lá para os lados de Alvalade. Ou seja: os dirigentes do Sporting têm precisamente o mesmo comportamento daqueles adeptos que escrevinharam as paredes da academia após a vinda da equipa de futebol de Munique. Só que um dirigente (e, já agora, um ex-conselheiro presidencial, que anda metido, desavergonhadamente, nestas coisas ) não tem que ser igual a um adepto. Se assim fosse na sociedade, voltariam naturalmente as fogueiras, ou, pelo menos, os linchamentos públicos. Tenham vergonha.

1 comentário:

Anónimo disse...

Lindo. Muito boa análise.

coisas

vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

neste momento...