segunda-feira, outubro 01, 2012

o absoluto paradoxo

Ficamos há poucas semanas a saber que, segundo Passos Coelho, 2013 será o ano da retoma, de viragem da crise económica e social. Do mesmo modo, fontes governativas asseveram que a taxa do desemprego para o próximo ano continuará nos 16%. E confesso que não entendo. Afinal, neste desequilibrado guião governativo, o que significará a palavra retoma? O afundamento das pessoas para níveis subcivilizacionais? Um acréscimo tímido nas exportações e o seu correspondente importativo? O que eu temo - e contrario aqui o título deste post - é que não haja nestes pressupostos qualquer sinal paradoxal. O que realmente interessa, para os gabinetes, são estas coisas, assim tristemente, numericamente escalonadas.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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