domingo, outubro 09, 2011

a retirada de césar e a tirada de seguro

Carlos César retira-se airosamente da política governativa dos Açores. Nada mais natural, ao fim de 16 anos de poder (e outros tantos de oposição). No fundo, a lição do seu homólogo da Madeira serviu-lhe para alguma coisa. Na verdade, Alberto João Jardim é e irá ser uma sombra do que outrora foi o seu traço apologético político. Estou propenso a crer que não se aguentará todo o mandato. Por outro lado, teremos, no Parlamento madeirense, o sr. Coelho, que, com toda a justiça do voto, alicerçou a sua sombra na ilha. Os madeirenses gostam, definitiva e desgraçadamente, destas personagens. Tiveram Jardim durante trinta e muitos anos e, pelos vistos, não se cansaram. Voltemos aos Açores. Seguro transmitiu que por ele, isto é, se Carlos César o ouvisse, aguentar-se-ia mais tempo ao comando das ilhas açorianas. Não se entende esta gente: num dia afirma que não é normal, em democracia, os candidatos prolongarem os seus mandatos durante uma vida ativa (e quem diz que não há empregos para a vida?!...); noutro, reafirma o seu desgosto por César não esticar a sua estadia no palácio do Governo Regional dos Açores. Mas estamos todos habituados a isto, não é verdade?

Sem comentários:

coisas

vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

neste momento...