domingo, maio 29, 2011

marinho pinto

O bastonário da Ordem dos advogados criticou a decisão do juiz Carlos Alexandre ao ter este optado pela prisão preventiva dos passivos e ativos agressores da jovem de 13 anos, perto de uma escola, em Lisboa. O seu argumento é deveras pertinente: um juiz não pode decidir através de impressões pessoais, as quais resultam, amiudadas vezes, em condenações díspares e por vezes contraditórias, consoante se trata do juízo impressionista do juiz A ou do juiz B. Tem razão. Acontece que a decisão de Carlos Alexandre deveria constituir-se como regra e não como exceção.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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