sábado, abril 27, 2013

os swaps e o governo

Se a atitude do Governo, perante os bancos que recusaram renegociar os contratos "swaps" com empresas públicas foi de força - posição essa que contribui para a novel imagem do executivo -, por que razão não existe uma tomada de atitude idêntica relativamente aos empréstimos com a Troika? É que, como fundamento argumentativo, tudo parece muito idêntico (como o é, de igual modo, com as PPP): um contrato financeiro que se revela catastrófico para uma das partes. Quando assim acontece, tem de haver capacidade de flexibilização de ambos os lados. Quem empresta não tem obrigatoriamente de ter uma posição cimeira numa relação contratual.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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