segunda-feira, junho 18, 2012

a seleção de todos nós, de alguns de nós ou dos próprios

Gostava principalmente de deixar aqui um desejo: será que a seleção de futebol não se pode limitar a jogar à bola e mais nada? Para quê as mimalhices de Paulo Bento e companhia após o bom jogo contra a Holanda, uma equipa claramente fragilizada (solidariedade com Ronaldo, segundo as transpirações da comunicação social - não vê esta gente que este tipo de solidariedade pode ser contraproducente?)? Por que razão é que florescem as opiniões dos vários quadrantes da sociedade (li há pouco um título de um artigo, oriundo de um "especialista", de seu nome José Silvério, que afirma que as críticas feitas a Cristiano Ronaldo serviram como trampolim psicológico para encarar positivamente o jogo com a Holanda, não lhe passando pela cabeça que outras anteriores críticas originaram, seguindo o seu sapiencial raciocínio, resultados contrários) e por que razão é que a comunicação social, com as televisões em primeiro plano, lhes dá infindáveis e escabrosos tempos de antena? Eu sei que o povo gosta, mas isso não pode ser resposta para este aprofundamento do nosso atávico e tradicional provincianismo.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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