quarta-feira, setembro 23, 2009

boçalidades

Se olharmos para a maioria das campanhas eleitorais em curso, não vemos muito mais do que boçalidades. A última foi conduzida por José Junqueiro em Viseu, quando leu, de forma ignorante, um excerto de um discurso de Salazar em pleno projecto daquilo que se designou por Estado Novo. O que quis Junqueiro provar com isso? Para além da sua própria boçalidade, o que conseguiu demonstrar foi que quantos mais junqueiros aparecerem em público (e já apareceu, pelo menos, um outro, chamado João Soares, para além daqueles circunstanciais que se empolgam com a presença do chefe), mais próximo Manuela Ferreira Leite se encontra da vitória no domingo. Ela esteve, aliás, muito bem na resposta à estupidez de Junqueiro. Tudo isto, de certo modo, me amargura. Ainda para mais quando todos estas pessoas se encontram sentadas, como deputados da nação, nas cadeiras da Assembleia da República.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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