quarta-feira, julho 04, 2012

o relvas, outra vez

Miguel Relvas licenciou-se num ano. Aproveitou uma espécie de Novas Oportunidades, a qual faz aproveitar aquilo que comummente se apelida de experiência de vida. Os seja: os candidatos expõem as competências a um júri e este (in)valida.
O que não se entende foi a ligeireza crítica, por parte do atual executivo, dirigida ao programa Novas Oportunidades do anterior Governo. Concluir o 9º ano ou uma licenciatura é precisamente o mesmo, dentro dos parâmetros pessoais de cada indivíduo. Muitas das pessoas que almejavam, por exemplo, a conclusão da escolaridade obrigatória faziam-no mais por uma questão de orgulho, que residia na realização de, pelo menos, esses anos mínimos de ensino, e muito menos tendo como ponto piramidal uma escondida realização profissional. Com o ministro Relvas (e também com o ex-ministro Sócrates) passa-se essencialmente o mesmo: não precisa do dr. para ascender a qualquer cargo político. Mas ir à televisão e não se existir enquanto dr. é uma grande chatice. Para isso, já basta o Jerónimo de Sousa.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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