terça-feira, agosto 25, 2009

críticas educativas

Torna-se realmente relevante e patético o que o aproximar dumas eleições provoca na mente de algumas pessoas. Então quando essas mesmas criaturas são "altos e graves" responsáveis políticos, o caso pode mesmo roçar uma sintomatologia patológica. É o caso de Marcos Perestrelo. Para quem não saiba, Perestrelo escreve no Expresso e é candidato a presidente da Câmara Municipal de Oeiras. Consta também que é um dos homens de António Costa e, por inerência, do próprio PS.
Esta semana, o candidato esboçou, nas páginas do semanário, uma contundente crítica ao registo político seguido, durante toda a legislatura, pela responsável da pasta da educação, Maria de Lurdes Rodrigues. Sublinha mesmo que Lurdes Rodrigues foi uma obstinada e revelou uma "atitude hostil" para com os professores e que "deixou de ser possível devolver às escolas o clima de estabilidade necessário". Orienta também a sua narrativa para o próximo executivo, o qual deverá "encontrar uma nova forma de relacionamento recíproco entre o Ministério da Educação e os professores". Mais: refere que faltou coragem ao ministério "para voltar atrás na divisão da carreira em titulares e não titulares".
Fico, pois, perplexo. Penso mesmo que José Sócrates deveria propor Perestrelo para ministro da educação caso ganhe as eleições. Os professores devem assim estar atentos ao que o sr. Perestrelo vai debitando por estes dias. Pode ser que algum mude na hora do voto. Em Oeiras, pelo menos, o comentador que todas as semanas se sentava na televisão e que muitas vezes enaltecia exageradamente todo o procedimento político de Lurdes Rodrigues já ganhou.

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vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

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