Passos Coelho acordou hoje para a questão dos tetos nas reformas públicas. Em Espanha, diz o líder do PSD, não existe nenhuma reforma pública superior a 2500 euros. Teve de imediato a resposta do PS, numa apagadíssima segunda linha, acusando-o de querer privatizar a segurança social e implementar um regime profundamente neoliberal.
Este episódio é claramente revelador do modo como se vão desenrolar a pré-campanha e campanha eleitorais. O grau zero da clarificação política será a norma e não a execeção. Valer-nos-á, porventura, a troika para acreditarmos em alguém, em alguma coisa.
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