Pode estar tudo certinho na nova equipa de administradores da EDP, com Mexia a encimá-la. As tontearias de Catroga, tentando justificar o injustificável (tenho valor de mercado, diz, burlescamente, o homem) valem o que valem, que é, absolutamente, zero.
O que aconteceu, com a promoção de valores de mercado como Catroga, Celeste Cardona (aqui está alguém que nasceu para isto), Teixeira Pinto (outro abençoado), Rocha Vieira (não está reformado?), Braga de Macedo e Ilídio Pinho, antigo patrão de Passos Coelho, foi, simplesmente, uma oportunidade perdida no reino da ética política.
Talvez os chineses devessem comprar mais de 50% da empresa e talvez estes pontas de lança estivessem a jogar num outro campeonato.
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terça-feira, janeiro 10, 2012
sexta-feira, dezembro 23, 2011
o caminho mais fácil
Dirão os crentes que é o mercado a funcionar. Na verdade, o mercado funciona. O Estado português controlava vinte e tal por cento de uma das maiores empresas nacionais, a qual tem uma importância fundamental para a vida das pessoas e empresas nacionais. Para além disso, a EDP tem vindo, ano após ano, fruto de uma vigência de quase monopólio, a acumular extraordinários lucros. Em nome do curto prazo (tal como se passou com o fundo de pensões da banca), o Estado resolveu desobrigar-se dessa importante quota-parte da empresa. Por conseguinte, essa fração que o Estado português controlava transfere-se para o Estado chinês (a empresa é de capitais públicos chineses). Deste modo, os lucros que antigamente caíam nos cofres da parte estatal portuguesa da empresa, deslocam-se, agora, para a parte estatal chinesa. Ou isto revela uma assunção da nossa incapacidade de gerir a nossa própria riqueza, ou então somos uns verdadeiros totós.
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