Fernando Nobre, após duas tentativas de eleição, retirou a sua candidatura ao cargo de Presidente da Assembleia da República. Não sei se era um bom candidato. É um homem independente e muito ligado à sociedade civil. Eventualmente, este perfil poderia, em certa medida, constituir uma mais-valia para o Parlamento. Convém não esquecer que o presidente da AMI obteve muitas centenas de milhares de votos nas últimas eleições presidenciais, ficando, julgo, com 14 ou 15% dos votos. Uma coisa me pareceria certa: Fernando Nobre não se vergaria a ninguém, enquanto presidente da Assembleia da República.
Fala-se agora em Guilherme Silva. Não vislumbro, neste hipotético candidato, uma espécie de delfim de Jardim, evidências mais clarificadoras para ocupar este cargo. Eu sei que conhece muito bem os meandros da Assembleia. Mas isso bastará?
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segunda-feira, junho 20, 2011
sexta-feira, junho 17, 2011
fernando nobre
A primeira questão fraturante da nova legislatura é a muito difícil eleição de Fernando Nobre para presidente da Assembleia da República. Em torno disto, a demagogia vai grassando por aí. A encimá-la, encontra-se, é claro, a falta de experiência parlamentar do candidato. Que eu saiba, não é exigido nenhuma experiência parlamentar aos deputados, nem de governo aos ministros. Continuamos, assim, no mundo da pura e fértil politiquice.
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