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quarta-feira, julho 20, 2011

os privilegiados

Deleito-me um pouco com a moda agora imposta por alguém que a iniciou entre os comentadores políticos de assumirem os seus esgares de privilégio. "Eu sou um priveligiado, reconheço... sou daqueles que irá contribuir, em sede de irs, com metade do que aufere..." e assim por diante. Aí está uma profissão que compensa!... Acima deles, nestes tempos difíceis, só mesmo os clubes de futebol.

quarta-feira, julho 02, 2008

a entrevista de sócrates vista pelos comentadores

Tenho-me insurgido relativamente aos comentadores desportivos, um espécime de homus mediaticus que têm vindo a proliferar nos canais de televisão e que são caracterizados, essencialmente, pela extraordinária capacidade de comunicarem, unidireccionalmente, durante horas sem nada dizerem.
Pelos vistos, esta tendência arrasta-se a outras áreas do comentário televisivo, como é o caso do político. Tudo a propósito das declarações dos comentadores a respeito da entrevista de José Sócrates à RTP. Com efeito, o acessório foi o que mais abundou nas justificações destes profissionais. Neste pressuposto, não podia deixar de vir o estafado raciocínio de que "José Sócrates começou hoje a campanha eleitoral", o "tabu" do primeiro-ministro (se se candidata ou não em 2009), a "segurança nos argumentos", etc. Nada de relevante estes senhores disseram sobre a entrevista. Aliás, estou em crer que todos nós já esquecemos o que é uma boa entrevista televisiva.

domingo, fevereiro 24, 2008

entrevistando Sócrates

Leio a generalidade dos comentários à entrevista de Sócrates na SIC, com a espantosa e abúlica performance de Nicolau Santos e Ricardo Costa, e o que se releva diz respeito à boa prestação do primeiro-ministro. Os jornalistas são, assim, defensados por outros jornalistas, os quais alegam que aqueles não podem fazer o trabalho que compete à oposição, isto é, remeter o entrevistado para um plano de respostas mais incisivas e acutilantes. Ora tudo isto parece ser verdade. No entanto, convém também lembrar que os tratamentos não são iguais para todos. Basta olhar para o Expresso da Meia-Noite e verificar que o duo jornalístico sabe, afinal, automatizar posturas intervencionistas mais audazes.
Mas o que se cria com tudo isto é a construção duma personagem que supostamente vai emergindo em direcção a um plano cada vez mais inatingível. Na verdade, José Sócrates vai cair por ele próprio. Basta que apareça alguém do lado de lá capaz de com ele ombrear e vamos ver os jornalistas, estes mesmos que agora o bajulam, serem os primeiros a apontarem-lhe os maiores defeitos do mundo. Injustamente, é claro.

coisas

vamos pela estrada e sentimo-nos bem. lá fora, o vento sopra, a neve cai, voam duas aves perdidas. eu sei que tenho de chegar a algum lugar...

neste momento...